Mostrar mensagens com a etiqueta Poesia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Poesia. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
domingo, 12 de maio de 2013
sábado, 2 de março de 2013
domingo, 6 de novembro de 2011
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
sábado, 12 de fevereiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
sábado, 4 de dezembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
UM PERFUME OU UM PERDÃO
Senhor,
Eu bem te vejo,apsar
da escuridão.
Inda me não tocou a Tua mão,
mas bem na sinto,bem na sinto em meus cabelos,
numa carícia igual a um perfume ou um perdão.
Assim,lá grito,e berro,e barafusto,rouco,
e sem salvar nenhum dos outros
nem me salvar a mim...
Sebastião da Gama
Eu bem te vejo,apsar
da escuridão.
Inda me não tocou a Tua mão,
mas bem na sinto,bem na sinto em meus cabelos,
numa carícia igual a um perfume ou um perdão.
Assim,lá grito,e berro,e barafusto,rouco,
e sem salvar nenhum dos outros
nem me salvar a mim...
Sebastião da Gama
DAR O PÃO DE CADA DIA
Se eu fosse alguém que mandasse
Neste mundo de vileza
Só pensava numa coisa
- Acabar com a pobreza.
Dar à vida outra feição
Mais igual,mais repartida,
Seria o meu grande sonho,
A minha grande alegria,
E a cada boca num beijo
Dar o pão de cada dia.
António Botto
Neste mundo de vileza
Só pensava numa coisa
- Acabar com a pobreza.
Dar à vida outra feição
Mais igual,mais repartida,
Seria o meu grande sonho,
A minha grande alegria,
E a cada boca num beijo
Dar o pão de cada dia.
António Botto
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
RICHARD ZENITH EM CONFERÊNCIA DEDICADA A FERNANDO PESSOA
A conferência que ontem decorreu na Universidade de Witwatersrand em Joanesburgo,...
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
POEMA DO HOMEM SÓ
...
Quem sente o meu sentimento
sou eu só, e mais ninguém.
Quem sofre o meu sofrimento
sou eu só,e mais ninguém.
Quem estremece este meu estremecimento
sou eu só,e mais ninguém.
...
ANTÓNIO GEDEÃO
Poesias Completas
(1956-1967)
Portugália
Quem sente o meu sentimento
sou eu só, e mais ninguém.
Quem sofre o meu sofrimento
sou eu só,e mais ninguém.
Quem estremece este meu estremecimento
sou eu só,e mais ninguém.
...
ANTÓNIO GEDEÃO
Poesias Completas
(1956-1967)
Portugália
Subscrever:
Mensagens (Atom)