domingo, 4 de setembro de 2016

DENMARK BROKE WORLD RECORD FOR WIND POWER IN 2015

Denmark broke world record for wind power in 2015 | Environment ... www.theguardian.com › Environment › Wind power 18/01/2016 - Windy year helps Denmark to produce 42% of its electricity from wind turbines, despite two major windfarms being offline.

AQUELE VAZIO

O senhor António não vivia mal. Tinha a sua reforma e ainda uns rendimentos lá na terra. A casa era dele. Na falta de filhos,arranjara um cão. O animalzinho andava passando um mau bocado. Por via disso,o senhor António não largava a porta do veterinário. E era um desabafar quando o encontravam. Aquilo pareciam mesmo agruras de pai ou de avô. Vejam lá,um bichinho tão bonito,tão manso,tão meu amigo,a padecer desta maneira,que o médico bem me diz. Tenho feito tudo,mas,coitado,não deve durar muito. E quase chorava. Lá o procuravam consolar,mas via-se que pouco adiantava. O cãozinho não durou,de facto,muito. O senhor António esteve para morrer também. Não saiu durante uns tempos,tal fora o golpe. Quando se atreveu,nem parecia o mesmo,vergado ao peso da dor e da ausência. Não mais se recomporia,confessava. Quem poderia preencher aquele vazio? Era realmente forte e sério o sentimento que o cãozito lhe inspirava. Só uma coisa lhe despertava algum interesse,a saga da bola. Sobraçando um jornal desportivo,às vezes,dois ou mais,lá ia ele sentar-se sempre no mesmo café,onde passava horas, devorando todas as páginas.

INVESTIGATIONS OF THE ROLE OF IRON IN CHLOROPHYLL METABOLISM I. EFFECT OF IRON DEFICIENCY ON CHLOROPHYLL ...

Plant Physiol. 1963 Nov; 38(6): 632–638. PMCID: PMC549987 Investigations of the Role of Iron in Chlorophyll Metabolism I. Effect of Iron Deficiency on Chlorophyll and Heme Content and on the Activities of Certain Enzymes in Leaves 1,2 H. V. Marsh, Jr.,3 H. J. Evans,4 and G. Matrone Author information ► Copyright and License information ►

sábado, 3 de setembro de 2016

SÓ UMA RODELINHA

Os anos que tinham passado,uma eternidade,mas a amarga lembrança perdurava. Fora marcada a fogo. Era um restaurante familiar,modesto, não muito longe da praia. Marido e mulher geriam-no,dois jovens muito magrinhos,muito pálidos,de cara muito apreeensiva. E as crianças,duas,a brincar por ali,muito alegres. Naquele ano,aquilo não estava nada bem. Talvez do tempo,que o verão era só de nome,talvez da crise,essa teimosa,que gosta de ver as pessoas atrapalhadas,sempre a deitar contas à vida. As contas que ele teria feito. Não cortes tão grosso,que assim perdemos dinheiro. Uma dose de arroz chega muito bem. E do tomate,só uma rodelinha,assim mesmo. E os clientes que não havia meio de virem. Ele quase não largava a porta a ver se vinha gente. Como é que ele se iria arranjar para pagar a renda? Era só subi-la,subi-la,não queriam saber de desgraças. Era ele que mais dó metia,era ele o chefe da família,e ainda tão novo. As crianças a precisarem disto e daquilo e a televisão sempre a impingir. Queria,também,ela lá saber de desgraças. E vá de dar histórias cor de rosa,para adormecer,para anestesiar,para esquecer,para impingir.

UM JARDIM

Afinal,o homem tem sentimentos. Ainda está vivo e sabe tocar harpa. Acabara de vir da taberna,apinhada de gente barulhenta e rude,onde fora mostrar aos amigos,e não só, o novo rebento da sua lavra já bem composta. A cara resplandecente que ele trazia e o olhar enternecido que ele deitava ao filhito,envolvido num xale branco. Era num sábado,já tarde,tempo de ele andar nos seus voos de falcão pleno de viço. De onde menos se espera,é que,às vezes,irrompem grandes surpresas. Supunha-se que tudo quanto viesse dele fosse baixo e reles. Mas daquela vez, subira a alturas de almas grandes. A delicadeza que ele mostrava a transportar nos braços aquele tesouro. Parecia irradiar dele uma luz pura. Quanto tempo duraria ela? Seria para ficar? Mas mesmo que isso não acontecesse,que dentro em breve se apagasse,ficara bem demonstrado que ali era possível cultivarem-se flores. Só que se deixara invadir por ervas daninhas e cobrir de entulho. Mas lá conseguira arranjar ainda um canto, em que instalara um jardim. O tempo também ajudara. Estava-se na primavera.

ARCTIC METHANE EMISSIONS

Arctic methane emissions ‘greater’ than previous estimates1 515 Shares Facebook 450 Reddit 42 Google+ 1 TwitterEmailPrintFriendly.comSumoMe Published on 06/01/2016, 12:11pm Methane, a key greenhouse gas, is released from Arctic soils not only in the short summer period but also during the bitterly cold winters The Arctic Tundra is found across Alaska, Canada and Siberia, enjoying long fierce winters and shorter cool summers (Pic: Pixabay) The Arctic Tundra is found across Alaska, Canada and Siberia, enjoying long fierce winters and shorter cool summers (Pic: Pixabay) By Alex Kirby The quantity of methane leaking from the frozen soil during the long Arctic winters is probably much greater than climate models estimate, scientists have found. They say at least half of annual methane emissions occur in the cold months from September to May, and that drier, upland tundra can emit more methane than wetlands. The multinational team, led by San Diego State University (SDSU) in the US and including colleagues from the National Oceanic and Atmospheric Administration, and the University of Sheffield and the Open University in the UK, have published their conclusion, which challenges critical assumptions in current global climate models, in the Proceedings of the National Academy of Sciences. Methane, a potent greenhouse gas, is about 25 times more powerful per molecule than carbon dioxide over a century, but more than 84 times over 20 years. The methane in the Arctic tundra comes primarily from organic matter trapped in soil which thaws seasonally and is decomposed by microbes. It seeps naturally from the soil over the course of the year, but climate change can warm

METHANE RELEASE FROM ARCTIC PERMAFROST

Methsane release