sexta-feira, 2 de setembro de 2016
VONTADE
O rapaz prometia,assim lhes tinha dito o mestre-escola lá da aldeia. O que é que os pais haviam de fazer? Pois se o filho podia vir a ser mais do que eles ,então era pôr mãos à obra.
O comboio passava-lhe mesmo ali ao pé da porta. Era só levantar de madrugada e ir apanhá-lo. Muita gente acordava com as estrelas para ir para as fazendas ou para as fábricas. Ele ia para o liceu. Sempre parecia ser melhor. A viagem era de graça por o pai trabalhar na Companhia. O almoço e a merenda iam na cesta. Apenas ele tinha de estudar. E aqui residia a dificuldade.
Cada professor supunha ser a sua disciplina a mais importante,pelo que a matéria a decorar ou a compreeeder formava uma montanha, As viagens eram também longas e barulhentas. Chegava a dormir ns aulas,coitado. Mas a vontade era muita. As notas nunca andaram lá muito por cima,mas chegaram para não ficar para trás. Se tivesse tido vida folgada,outro galo teria cantado.
Mas não foi caso único naquela altura. Os irmãos trabalhavam no campo,à jorna. Parecia ser este igualmente o seu destino. Estava escrito,porém,que não seria assim. Alguém resolveu investir nele,tinha o moço já quinze anos. Isso não o perturbou. Em três anos fez os sete da conta. Também lhe vinha de casa o farnel,que ele ia buscar todos os sábados a um sítio certo.
Muito custa a vida para alguns,sobretudo quando se metem em cavalarias altas.
CICLO ATIVO DO CARBONO
Como se sabe,florestar,ou conservar a floresta que já existe,são dois dos meios de manter o carbono,por algum tempo,fora do seu ciclo ativo,reduzindo-se,assim, o teor de CO2 da atmosfera. Não admira,pois,que se tivesse concluído em certo estudo que uma agricultura altamente produtiva,na última parte do século XX,tivesse evitado desflorestação,ou seja,tivesse diminuído a libertação de CO2
315 - DETERMINAÇÃO DO FÓSFORO E DO POTÁSSIO ASSIMILÁVEIS - BRASIL
Agronomia lusitana - Volume 43 - Página 252
https://books.google.com.br/books?id=cK66AAAAIAAJ
1988 - Vista de excertos - Mais edições
Determinação do fósforo e do potássio .assimiláveis» em alguns solos do País. Anais do Instituto Superior de ... Revista Agronómica, Lisboa 51: 47-56. Barkoff, E. & Ohlander, L., 1967. ... Gama, M. V., 1988. Caracterização do estado do ...
TINTEIRO DE VIDRO
Por aquele andar,um dia, ainda se dava ali uma tragédia. Não se deu,mas esteve lá muito perto. Era uma sala ampla,com um anel de secretárias para os trabalhadores. Seriam uns seis,naquela altura. Todos jovens. Estava a sala passando por um mau bocado. Trabalho não vinha e eles cheios de vontade para fazer coisas. O ambiente era,pois,sem exagero,de cortar à faca.Dois deles,sentados frente a frente,não se perdiam de amores um pelo o outro,vá-se lá saber porquê. Feitios. De vez em quando,por razões de pouca monta,lá quase explodiam. E certa manhã,talvez por ter acordado muito mal disposto,um deles, pegou num tinteiro de vidro,cúbico,pesado,de arestas afiadas,e atirou-o,com ganas,ao inimigo. Não acertou no alvo,simplesmente porque ele já lá não estava. Silêncio, de túmulo. Frio,de morte. Espanto,de incredulidade. Como fora possível? Continuaria a sê-lo, pois os ingredientes tinham cara de permanecer. Um dos outros,talvez o mais novo,muito amedrontado,tomou logo ali uma decisão. Tinha de sair daquele barco, e sem muita demora
UM GRANDE PRAZER
Passara-se aquela porta de vila que tinha muito para contar e fora um inesperado mergulho no passado. O ar solene,o desenho dos armários,o balcão alto,quem se encontrava por detrás dele,de bata muito azul,brilhante.
Era um senhor aí de uns cinquenta anos,um tanto para o baixo,de cabelo grisalho,de cara pálida,gorduchinha,de sobrancelhas bastas,de modos cerimoniosos,solícito,do estilo de que o cliente tem sempre razão.
Em que podia ser ele útil? Arranjava-se já. Ficasse descansado,que ia sair dali como novo,tal como tivesse vindo directamente da fábrica. Era um instante.
Foi só instalar o óculo próprio da acção a operar ,mexer aqui e ali,e pronto,já estava. Teria ali relógio para uma vida,para sempre
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
314 - PRODUÇÃO DE TRIGO EM SOLOS DO MUNICÍPIO DE CASTRO - BRASIL
PDF]CONTRIBUIÇÃO DA RESERVA DE POTÁSSIO NA NUTRIÇÃO E ...
acervodigital.ufpr.br/.../D%20-%20ROBERTO%20MARTINS.pdf?...1
de SDEC AGRÁRIAS - 2002 - Artigos relacionados
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Em falta: lusitana libertação
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