Um forasteiro queria saber,com falinhas mansas,onde ficava o museu. Ele havia cada um. O museu. Ainda se fosse a taberna de fulano ou a venda de sicrano,vá que não vá,mas o museu era mesmo de pessoa muito estranha,talvez de estrangeiro.
E o homem insistia,não largando as tais falinhas. O Manel era capaz de saber. Sim,isso ficava lá para baixo,ao fundo. Estaria aberto?,a pensar que iria bater com o nariz na porta,depois de ter descido uma respeitavel ladeira. Isso é que era saber demais.
O homem agradeceu,pedindo desculpa pelo incómodo,e já que tinha chegado até ali,aventurou-se. Estava aberto,mas a porta iria encerrar,sem apelo. Era absolutamente necessário irem descansar,depois de toda uma manhã às moscas.
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